O título tem como objectivo chamar a atenção dos militares que serviram no Leste da ex-colónia de Angola.
É que hoje, o site AngolaPress divulga uma notícia que deixa satisfeito quem por ali andou, pois sabe sempre bem tomar conhecimento que algo de bom se faz.
Trinta e três mil famílias foram apoiadas pela direcção provincial do Moxico do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (Minader) durante a presente campanha agrícola, no âmbito dos esforços que visam o combate a fome.
Segundo o director provincial local do Minader, António Augusto da Silva, os beneficiários são camponeses localizados nos polos de desenvolvimento agrário de Luxia, Sacassange, Canhengue e Samafo.
De acordo com o responsável, o sector da agricultura vai continuar a prestar apoio em instrumentos e sementes agrícolas, bem como assistência técnico-profissional as pequenas empresas, por forma a incentivar a produtividade e criar a auto-sustentabilidade alimentar.
António da Silva referiu que peritos estão a recolher dados das pessoas engajadas nas tarefas agrícolas em distintas comunidades, quer seja do sector privado ou familiar, com vista a identificar as suas necessidades primarias.
Para a actividade agrária se realizar sem sobressaltos, explicou, o Minader está a reabilitar as valas de irrigação dos pólos de desenvolvimento.
O director provincial da agricultura destacou o cultivo do millho como indispensavel para o desenvolvimento da pecuária, pois o produto garante a base da ração.
António da Silva garantiu que durante o ano de 2004 o seu sector vai continuar a incentivar uma maior criação de animais, por forma que o mercado local deixe de depender das importações.
Publicado por dizerbem em janeiro 26, 2004 02:14 PMCaro Dizer_Bem, é assim a modos que uma Reforma Agrária à moderna.
Ainda bem prá quela gente !
Oxalá não lhe façam o mesmo que em tempos idos fizeram aos alentejanos e aos ribatejanos.
Bem mas naquela altura era outra moda de Reforma Agrária. Nã é verdade.
Sadaudes.
Alentejano de Estremoz
Afixado por: ALENTEJANO DE ESTREMOZ em janeiro 26, 2004 06:12 PMConheci no Luena, um Operador Cripto que pertencia à 22.ª de Comandos e era natural de Estremoz.
Da forma como oborda o assunto percebo que não andou ...por onde o Leste era mais Leste.
Não sei como as coisas se processam por lá, mas não acredito que estejam a processar uma R.A.. Percebo que não é, mas a coisa pode ser mais parcida com Sesmarias...
Olhe que nã compadre Dizer_Bem, olhe que nã.
Em 1963, já cá o rapaz calcorreva a picadas do Leste, e, onde estava o compadre ?
Em meados (28 de Junho) de 1964, abalei daquelas paragens, e sabe para onde fui até 28 de Novembro de 1968 ? nã sabe ?... para o norte de Moçambique !
Compadre Dizer_Bem, de 14 de Janeiro a 26 de Junho de 1963, a 2ª. Companhia de Comandos, formada no Grafanil, Luanda-Angola, nã tinha o previlégio de dormir em hoteis ou embebedár-se nos bares de Luanda ou da Ilha; nã senhora.
Nesta coisa da guerra das colónias, como em todas as coisas da puta da vida, nem todos tiveram igual sorte. Uns comeram os figos, aos outros rebentou-lhes a boca !
Mas, notei que entre agente há uma pequenita diferença de uns 3 ou 4 anos de quando estivemos na África.
O moço de Estremoz que era da 22ª. Companhia de Comandos, no sê tempo de Leste, seria o Tópé ?, seria o Madera ?; seria o Zagálo ?
Mas, olhe compadre, qanto ao mê ponto de vista sobre "as" Reformas Agrárias, ê cá mantenho o que pensei e disse. O compadre tem lá as suas razões, ê cá tenho as minhas !
O quê gosto é que o compadre nã samelindre, nem sindisponha. Olhe o fígado e as dores de cabeça !
É assim a modos como as flores...umas mais avermelhadas outras mais pró rosa.
Cumprimentos
Alentejano de Estremoz